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Ciência Compartilhada

O conhecimento é em si um poder
(Francis Bacon)

No presente artigo se analisa a pandemia de Covid-19 no Brasil, tendo como referência o conceito de governamentalidade e biopolítica de Michel Foucault e de necropolítica de Achille Mbembe. Procura-se entender, com a emergência da Covid-19 no Brasil, como o desenho de uma política (ou a sua ausência) para o enfrentamento da doença pode ditar quem merece viver e quem deve morrer, ou seja, a falta de ações efetivas de combate, somada ao negacionismo científico durante a pandemia, e que resultaram no extermínio das pessoas mais frágeis e vulneráveis. Institui-se uma política que favorece a morte. Achille Mbembe nomeia esse tipo de política de necropolítica. Pretende-se, no presente trabalho, entender como entrevistas e pronunciamentos do presidente Jair Bolsonaro criaram as condições para o estabelecimento da necropolítica em um contexto de pandemia de Covid-19 no Brasil. Trata-se de uma reflexão teórica. Que
os esforços feitos, auxiliem o esclarecimento dos desafios e dos limites democráticos para reverter este modo de pensar a realidade brasileira frente à eugenia da Covid-19.

Governamentalidade, biopolítica e necropolítica

A pandemia de covid-19 no Brasil

Dario de Oliveira Neves
Suely Henrique de Aquino Gomes

Acesso em 30/09/2021

    Foto:  Lindsay Parnaby/AFP/Getty Images

    “No ano de dois mil e vinte fora descoberto um vírus que causa infecções respiratórias, fazendo com que a  Organização Mundial da Saúde – OMS declarasse em março, situação de pandemia do COVID-19, em virtude dessa doença que tem alto poder de disseminação mundial levando milhares de pessoa ficarem doentes e até mesmo a óbito, muito rapidamente, denominada de coronavírus, que na verdade, é o nome da família de vírus a qual ele pertence,  Sar-CoV-2 é o vírus e COVID-19 é o nome da doença, provocando uma crise sanitária internacional, fazendo com que o sistema de saúde de diversos países entrassem em colapso. A recomendação da Organização Mundial de Saúde que tem a função de controle é de distanciamento e isolamento social, com adoção de medidas dedicadas à conservação dos direitos à vida e à saúde da população. Ocorre que, essas regras restritivas trouxeram um impacto imediato em grupos vulneráveis, especificamente, às pessoas com deficiência, seja ela física, sensorial, motora ou intelectual, posto que, mesmo antes da pandemia já tinha muitas dificuldades de acesso a serviços apropriados de apoio e de saúde. Agora, após a declaração de pandemia, onde muitos dos serviços e estruturas de apoio tiveram o funcionamento de atividades suspensos, agravou-se ainda mais a situação, os colocando em maior vulnerabilidade.m 20 anos e mais em Manaus (Amazonas), Fortaleza (Ceará), Rio de Janeiro e São Paulo, de acordo com o local de ocorrência do óbito, características demográficas e trajetória ao longo do tempo. Os dados foram obtidos no Sistema de Informações sobre Mortalidade e na Central de Informações do Registro Civil Nacional. As estimativas de óbitos esperados foram obtidas por meio de modelos aditivos generalizados quasi-Poisson com ajuste de sobredispersão. Entre 23 de fevereiro e 13 de junho de 2020, foram registradas 74.410 mortes naturais nas quatro cidades, com excesso de mortes de 46% (IC95%: 44-47). O maior excesso de mortes ocorreu em Manaus, 112% (IC95%: 103-121), seguido por Fortaleza, 72% (IC95%: 67-78), Rio de Janeiro, 42% (IC95%: 40-45) e São Paulo, 34% (IC95%: 32-36). O excesso de mortes foi maior nos homens e não significativo nas Semanas Epidemiológicas (SE) 9-12, exceto em São Paulo, 10% (IC95%: 6-14). Em geral, o pico de mortes excedentes ocorreu nas SE 17-20. O excesso de mortes não explicado diretamente pela COVID-19 e de mortes em domicílios/via pública foi alto, especialmente em Manaus. A elevada porcentagem de mortes excedentes, de mortes não explicadas diretamente pela COVID-19 e de mortes fora do hospital sugerem alta subnotificação de mortes por COVID-19 e reforça a extensa dispersão do SARS-CoV-2, como também a necessidade da revisão de todas as causas de mortes associadas a sintomas respiratórios pelos serviços de vigilância epidemiológica.”

    A colisão entre os direitos fundamentais e o impacto da pandemia às pessoas com deficiência

    Os impactos negativos que as pessoas com deficiência experienciam no uso dos seus direitos básicos devido à pandemia

    Por: Gustavo Pardo Salata Nahsan, Joelmir Nunes Martins, Alessandro Meyer da Fonseca, Nello Augusto dos Santos Nocchi.

    FONTE: Revista Faipe.

    17:30 – 10/06/2021

      Foto: Michael Dantas/AFP

      “O Brasil é um dos países mais afetados pela pandemia de COVID-19 e o número real de mortes pela doença torna o cenário ainda mais desafiador. O objetivo deste estudo foi estimar o excesso de mortes e suas diferenças em adultos com 20 anos e mais em Manaus (Amazonas), Fortaleza (Ceará), Rio de Janeiro e São Paulo, de acordo com o local de ocorrência do óbito, características demográficas e trajetória ao longo do tempo. Os dados foram obtidos no Sistema de Informações sobre Mortalidade e na Central de Informações do Registro Civil Nacional. As estimativas de óbitos esperados foram obtidas por meio de modelos aditivos generalizados quasi-Poisson com ajuste de sobredispersão. Entre 23 de fevereiro e 13 de junho de 2020, foram registradas 74.410 mortes naturais nas quatro cidades, com excesso de mortes de 46% (IC95%: 44-47). O maior excesso de mortes ocorreu em Manaus, 112% (IC95%: 103-121), seguido por Fortaleza, 72% (IC95%: 67-78), Rio de Janeiro, 42% (IC95%: 40-45) e São Paulo, 34% (IC95%: 32-36). O excesso de mortes foi maior nos homens e não significativo nas Semanas Epidemiológicas (SE) 9-12, exceto em São Paulo, 10% (IC95%: 6-14). Em geral, o pico de mortes excedentes ocorreu nas SE 17-20. O excesso de mortes não explicado diretamente pela COVID-19 e de mortes em domicílios/via pública foi alto, especialmente em Manaus. A elevada porcentagem de mortes excedentes, de mortes não explicadas diretamente pela COVID-19 e de mortes fora do hospital sugerem alta subnotificação de mortes por COVID-19 e reforça a extensa dispersão do SARS-CoV-2, como também a necessidade da revisão de todas as causas de mortes associadas a sintomas respiratórios pelos serviços de vigilância epidemiológica.”

      Excesso de mortes durante a pandemia de COVID-19: subnotificação e desigualdades regionais no Brasil

      A pandemia atinge a toda população da mesma forma? Leia e entenda as questões que envolvem as mortes causadas por covid no Brasil.

      Por Jesem Douglas Yamall Orellana, Geraldo Marcelo da Cunha, Lihsieh Marrero, Ronaldo Ismerio Moreira, Iuri da Costa Leite, Bernardo Lessa Horta.

      FONTE: Scielo.

      17:30 – 10/06/2021

        Foto: Oscar ROSARIO / AFP

        “As doenças cardiovasculares constituem um grupo importante de causas de morte no Brasil. As doenças isquêmicas do coração são as principais causas de parada cardiorrespiratória, levando a um impacto na mortalidade devido às doenças cardiovasculares no sistema de saúde. O trabalho tem como objetivo avaliar o número de óbitos domiciliares por parada cardiorrespiratória notificados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em março de 2018, 2019 e 2020. Conclui-se que considerando o aumento do número de óbitos, sugerimos reflexões e reajustes quanto ao monitoramento das doenças crônicas não transmissíveis durante a pandemia, bem como melhorias na vigilância dos óbitos.”

        Aumento de Óbitos Domiciliares devido a Parada Cardiorrespiratória em Tempos de Pandemia de COVID-19

        O impacto da pandemia do covid na saúde cardiovascular

        Por Nathalia Sernizon Guimarães, Taciana Malheiros Lima Carvalho, Jackson Machado-Pinto, Roger Lage, Renata Mascarenhas Bernardes, Alex Sander Sena Peres,Mariana Amaral Raposo,  Ricardo Machado Carvalhais,  Renan Avelino Mancini, Gabriella Yuka Shiomatsu, Bruna Carvalho Oliveira, Valéria de Melo Rodrigues, Maria do Carmo Barros de Melo, Unaí Tupinambás.

        FONTE: Scielo.

        14:30 – 20/05/2021

          Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil

          “Trabalho com o objetivo de descrever as mudanças nas condições socioeconômicas e de saúde dos brasileiros durante a pandemia de COVID-19. Os achados mostram a importância do controle da pandemia de COVID-19 no Brasil, para mitigar os efeitos adversos na situação socioeconômica e nas condições de saúde relacionados às medidas de restrição social.


          Mudanças nas condições socioeconômicas e de saúde dos brasileiros durante a pandemia de COVID-19

          A relação dos impactos da pandemia na situação socioeconômica e saúde da população

          Por Wanessa da Silva de Almeida, Célia Landmann Szwarcwald, Deborah Carvalho Malta, Marilisa Berti de Azevedo Barros, Paulo Roberto Borges de Souza Júnior, Luiz Otávio Azevedo,Dália Romero,  Margareth Guimarães Lima, Giseli Nogueira Damacena, Ísis Eloah Machado, Crizian Saar Gomes,Maria de Fátima de Pina,  Renata Gracie, André Oliveira Werneck, Danilo Rodrigues Pereira da Silva.

          FONTE: Scielo.

          16:40 – 06/05/2021

            Foto: MAURO PIMENTEL/AFP

            ” A precarização do trabalho consiste em fenômeno com dinâmica notadamente acentuada desde a década de 1970, em resposta à crise estrutural do capital. Com a emergência da pandemia de Covid-19, as suas dimensões ganharam visibilidade, agravando, em especial, a questão da saúde dos trabalhadores. Diante disso, a pesquisa que originou este artigo teve o objetivo de analisar aspectos da relação entre precarização e pandemia, tomando a realidade brasileira como particularidade analítica. Trata-se de pesquisa teórica, realizada com base em documentos oficiais e notícias veiculadas na internet, submetidos a uma análise materialista histórica. Constatou-se que todas as dimensões da precarização do trabalho estabelecem determinação recíproca com a pandemia. O simulacro do combate ao desemprego pela via da precarização, o home office e a uberização são componentes que se destacam na conjuntura pandêmica, inclusive provocando reações dos trabalhadores contra esse processo, vide manifestações durante a pandemia. Por conta disso, esses aspectos devem ser objeto de especial atenção por parte da ciência e, sobretudo, das lutas da classe trabalhadora, ainda com maior ênfase após a pandemia.”

            As dimensões da precarização do trabalho em face da pandemia de Covid-19

            O impacto destrutivo à saúde resultado da precarização do trabalho na pandemia.

            Por Diego de Oliveira Souza.

            FONTE: Scielo.

            13:30 – 22/04/2021

              Foto: Interface/ Reprodução

              ” A pandemia causada pela Covid-19 tem afetado negativamente a Saúde Mental de profissionais de
              saúde, especialmente os que trabalham na linha de frente assistencial, pois lidam diariamente com
              o medo de se infectarem e infectarem os outros, a carência de equipamentos de proteção individual
              e a sobrecarga de trabalho. Este texto objetiva discutir as nuances relacionadas à Saúde Mental dos
              profissionais de saúde do Brasil em tempos de pandemia por Covid-19. Elenca a importância da Rede de
              Atenção Psicossocial (Raps) como instrumento de apoio aos profissionais que precisam de cuidados de
              base territorial e destaca a resiliência psicológica como estratégia de enfrentamento das adversidades
              oriundas da pandemia. Ademais, sabe-se que os desafios relacionados à Saúde Mental permanecem
              urgentes e merecem, das autoridades sanitárias no Brasil, o devido valor.”

              Saúde mental dos profissionais de saúde no Brasil no contexto da pandemia por Covid-19

              Entenda como pandemia causada pela Covid-19 tem afetado os profissionais de saúde, especialmente os que trabalham na linha de frente assistencial

              Por Eder Samuel Oliveira Dantas.

              FONTE: Interface.

              15:00 – 01/04/2021

                Foto: asbrad/ Reprodução

                “O objetivo do estudo foi analisar as taxas de notificações de violência infantojuvenil no Estado do Rio Grande do Sul, Brasil, de 2015 a 2020 e as alterações em suas tendências por períodos devido à pandemia do novo coronavírus
                (COVID-19). É um estudo ecológico de séries temporais com dados secundários obtidos pelo Portal Bi Saúde no painel de Violência Interpessoal/Suicídio.
                Foram coletadas as notificações de violência em indivíduos de 0 a 19 anos,
                nos meses de março e abril de cada ano, estratificadas por sexo, faixa etária,
                raça/cor e tipo de violência. Utilizou-se a regressão de Prais-Winsten para a
                análise de tendência temporal. Das 7.718 notificações analisadas, observou-se
                uma queda de 54% no ano de 2020 comparado com o mesmo período em 2019.
                A análise de tendência até 2019 indicou aumento nas taxas de notificações
                (2,04, IC95%: 1,01; 3,07, p = 0,002), porém, com a inclusão do ano de 2020 à
                série temporal, o direcionamento na tendência das taxas de notificações inverteu-se para negativo, perdendo a significância estatística (-0,39, IC95%: -1,16;
                2,14, p = 0,632). Conclui-se que o distanciamento social devido à pandemia
                reduziu as taxas de notificações de violência contra crianças e adolescentes
                devido à subnotificação, exigindo estratégias que melhorem a identificação dos
                casos suspeitos de violência durante a pandemia. Ressalta-se a necessidade de
                planejamento e ações intersetoriais (como saúde, proteção social, justiça e segurança pública) rápidas e específicas com o objetivo da garantia dos direitos
                das crianças e dos adolescentes.”

                Impacto do distanciamento social nas notificações de violência contra crianças e adolescentes no Rio Grande do Sul, Brasil

                Descubra quais as mudanças nas taxas de notificações de violência durante a pandemia

                Por Mateus Luz Levandowski; Douglas Nunes Stahnke; Tiago N. Munhoz;  Jean Von Hohendorff;  Roberta Salvador-Silva.

                FONTE: Cadernos de saúde Pública.

                15:05 – 18/03/2021

                  Foto: Pixabay

                  “Este ensaio possui como principal objetivo problematizar mudanças ocorridas no trabalho de professoras e professores da rede particular de ensino no contexto de pandemia e sua relação com a saúde. Apresenta novas formas de resistências e organização coletiva, como a greve virtual, do ponto de vista dos próprios docentes que se encontram em atividades de ensino remoto e, também, em exercício de direção sindical. Foi construído de forma compartilhada, entre professore(a)s e pesquisadore(a)s. Fundamenta-se na pedagogia crítica e dialógica freireana, cujos processos valorizam a formação mútua e emancipadora. Dos diálogos empreendidos durante a construção do texto, chegamos a quatro importantes pontos de análise e problematização, a saber: trabalho docente em tempos de isolamento social; mudanças no processo e na organização do trabalho; aspectos geracionais e questões de gênero; saúde docente, resistências e greve virtual. Ao fim, observa-se que o tipo de atividade de ensino, não presencial, por meio de plataformas e outros recursos digitais, se constitui como uma configuração atual do trabalho que se aprofunda no contexto de pandemia e faz uso exacerbado da tecnologia, articulando novos modos de controle, extração de sobretrabalho e do mais-valor social.”

                  Trabalho remoto, saúde docente e greve virtual em cenário de pandemia

                  As mudanças no trabalho dos professores no contexto pandêmico

                  Por Katia Reis de Souza; Gideon Borges dos Santos; Andréa Maria dos Santos Rodrigues; Eliana Guimarães Felix; Luciana Gomes; Guilhermina Luiza da Rocha; Rosilene do Carmo Macedo Conceição; Fábio Silva da Rocha; Rosaldo Bezerra Peixoto.

                  FONTE: Scielo.

                  17:30 – 05/03/2021

                    Foto: Outras Palavras (reprodução)

                    Não por acaso Brasil é um dos mais atingidos pela pandemia. Exército de precarizados, que não pode ficar em casa, foi quem mais adoeceu. Por trás disso, a aliança entre bolsonarismo e elite financeira se uniram para esfacelar leis trabalhistas.”

                    A estreita relação entre trabalho informal e a covid

                    Informalidade e precarização do trabalho aumentam na Pandemia

                    Por Adalberto Cardoso, Thiago Brandão Peres. FONTE: Outras Palavras.

                    15:00 – 28/01/2021

                      Foto: Canal Ciências Criminais (reprodução)

                      “Saúde prisional é, em sua essência, saúde pública. A pandemia de COVID-19 representa uma grande ameaça para o mundo e tem demonstrado que prevenir a escalada da doença em prisões faz parte do combate ao novo coronavírus na sociedade em geral. Sabe-se, até o momento, que a mais efetiva medida de contenção ao avanço da doença é o isolamento social. No entanto, em instituições penais, muitas vezes superlotadas, tal medida torna-se de difícil implementação e, quando acontece, leva a população privada de liberdade a um superisolamento, tendo consequências em sua saúde mental. Além disso, indivíduos presos sofrem com ambientes sem ventilação, falta de materiais de higiene pessoal, condições sanitárias básicas precárias e dificuldade de acesso a serviços de saúde. O presente artigo objetiva ser uma revisão narrativa sobre os efeitos da pandemia em presídios e como governos e sociedade civil têm se organizado a fim de reduzir as consequências sobre esses locais. A publicação foi dividida em três seções: na primeira, há uma revisão da literatura em saúde sobre a temática; na segunda, é tratado o modo como diferentes países estão lidando com a situação carcerária no contexto da pandemia; na terceira e última parte, é abordado o modo como o Sistema Penal brasileiro tem reagido à nova doença.”

                      A pandemia no cárcere: intervenções no superisolamento

                      Até o momento a mais efetiva medida de contenção ao avanço da doença é o isolamento social. No entanto, em instituições penais, muitas vezes superlotadas, a medida torna-se de difícil implementação e, quando acontece, leva a população privada de liberdade a um superisolamento, tendo consequências em sua saúde mental.

                      Por Sérgio Garófalo de Carvalho; Andreia Beatriz Silva dos Santos; Ivete Maria Santos. FONTE: Scielo.

                      15:00 – 10/12/2020

                        “O impacto  causado pela pandemia do coronavírus vem impondo drásticas mudanças na rotina da população mundial. Diversas áreas foram atingidas por essas ações, entre elas, a Educação. Logo após a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar pandemia de coronavírus, o Ministério da Educação passou a definir critérios para a prevenção ao contágio do COVID-19 nas escolas. O desafio fundamental da educação brasileira passou a ser a adequação ao novo cenário imposto pela pandemia. Uma das medidas tomadas foi a inclusão da EAD nas escolas como alternativa à interrupção das atividades presenciais. Esse dispositivo emerge para que os alunos possam cumprir a carga horária mínima exigida de horas-aula.  Desse modo, o presente artigo trata de dois temas que vêm preocupando os dirigentes de educação de todo o país, são eles, o fechamento das escolas devido à pandemia imposta pelo COVID-19 e a proposta de reorganização do calendário letivo dos alunos por meio do ensino a distância. O presente estudo consiste em uma pesquisa bibliográfica e documental, com material disponibilizado pela Internet no período de março a abril de 2020.”

                        Desafios no acesso à água e saneamento básico no Brasil e o controle da Covid-19

                        A importância das medidas preventivas de higiene e a adoção do distanciamento e isolamento social.

                        Por Rafael Reis Pereira Bandeira de Mello; Raquel Marques Villard; Silvia Conceição Reis Pereira Mello e Maria Geralda de Miranda

                        14:00 – 08/10/2020

                          “O impacto  causado pela pandemia do coronavírus vem impondo drásticas mudanças na rotina da população mundial. Diversas áreas foram atingidas por essas ações, entre elas, a Educação. Logo após a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar pandemia de coronavírus, o Ministério da Educação passou a definir critérios para a prevenção ao contágio do COVID-19 nas escolas. O desafio fundamental da educação brasileira passou a ser a adequação ao novo cenário imposto pela pandemia. Uma das medidas tomadas foi a inclusão da EAD nas escolas como alternativa à interrupção das atividades presenciais. Esse dispositivo emerge para que os alunos possam cumprir a carga horária mínima exigida de horas-aula.  Desse modo, o presente artigo trata de dois temas que vêm preocupando os dirigentes de educação de todo o país, são eles, o fechamento das escolas devido à pandemia imposta pelo COVID-19 e a proposta de reorganização do calendário letivo dos alunos por meio do ensino a distância. O presente estudo consiste em uma pesquisa bibliográfica e documental, com material disponibilizado pela Internet no período de março a abril de 2020.”

                          Biopolítica e educação: os impactos da pandemia do covid-19 nas escolas públicas

                          “O impacto causado pela pandemia impõe drásticas mudanças na rotina da população mundial, uma das grandes áreas afetadas é a educação.

                          Por Alexandre de Jesus Pareira, Fábio Narduchi, Maria Geralda de Miranda.
                          Fonte: Revista Augustus

                          11:35 – 17/09/2020

                            Fonte: Atlassian apud Hermógenes et al (2020)

                            “Devido à pandemia da doença COVID-19 (Corona Virus Disease 2019), causada pelo vírus Sars-Cov-2 (Severe acute respiratory syndrome Coronavirus 2), as organizações foram influenciadas a mudarem suas rotinas de trabalho para contribuir com a redução de casos do vírus mundialmente. Em virtude da alta velocidade de contágio e falta de medicamentos efetivos para o tratamento da doença, a Organização Mundial da Saúde (OMS) orientou que a melhor opção seria o isolamento social. Algumas empresas adotaram a prática do Home Office com o objetivo de continuarem entregando resultados positivos e, paralelamente, tentarem frear um outro problema que pode ser ocasionado pela pandemia: o desemprego em massa e uma crise econômica global. Visando contribuir coma sociedade nas medidas de mitigação da pandemia da COVID-19, o presente trabalho foi fundamentado na apresentação das melhores práticas que podem auxiliar nas atividades de trabalho remoto. O objetivo do trabalho é, portanto, apresentar um panorama atualizado sobre as Digital Skills no processo decisório, na análise de dados, na comunicação coorporativa e no aumento de produtividade, em meio às medidas de isolamento social para evitar a propagação do vírus Sars-Cov-2.”

                            A importância das digital skills em tempos de crise: Alguns aplicativos utilizados durante o isolamento social devido à Pandemia da Covid-19

                            O trabalho remoto ganhou força durante a pandemia. Descubra mais detalhes sobre o aprimoramento desses recursos e o uso de algumas ferramentas tecnológicas!

                            Por Lucas Ramon dos Santos Hermógenes, Marcos dos Santos, Priscila Fernandes do Nascimento, Luiz Frederico Horácio de S. de B. Teixeira.
                            Fonte: Revista Augustus

                            16:45 – 10/09/2020

                              “O isolamento social associado à pandemia da Coronavirus disease-19 é uma importante estratégia para conter a proliferação do Coronavírus e a preservação dos sistemas de saúde. No entanto, a exposição crônica ao estresse decorrente do isolamento social associado à massiva informação de cunho negativo pode promover alterações no eixo psico-neuro-endócrino-imune e aumentar o risco de morbimortalidade e predisposição à infecção viral. Este artigo apresenta aspectos relacionados à imunopatofisiologia da infecção pelo novo Coronavírus trazendo uma discussão sobre as consequências do estresse causado pelo isolamento social, como mecanismo de feedback positivo e fator de risco para retroalimentar a pandemia da COVID-19. Foram analisados pedidos de patentes de produtos tecnológicos e artigos que trazem abordagens integrativas de redução de estresse, de reforço das vias cerebrais positivas e do sistema imune, no intuito de promover a quebra desse ciclo vicioso.”

                              Paradoxos de Retroalimentação da Pandemia da Covid-19: quebrando o ciclo

                              O estresse do isolamento associado a uma grande exposição a notícias ruins, pode aumentar o risco de infecção viral. Entenda! 

                              Por Carmen Luíza Sartório, Paulo José Lima Juiz, Lívia Carla de Melo Rodrigues, Adriana Madeira Alvares da Silva
                              Fonte: Cadernos de Prospecção

                              17:40 – 03/09/2020

                                “O artigo analisa as reconfigurações sociais impostas pela necessidade de isolamento social decorrentes da pandemia do COVID-19, assim como as imperiosas necessidades de participação efetiva do Estado na salvação da sociedade para que as carências materiais oriundas dessa crise global sejam razoavelmente atenuadas em prol do bem da humanidade. Some-se ainda críticas aos segmentos políticos obscurantistas e anticientíficos mancomunados com discursos fascistas que tanto ameaçam a consecução das políticas públicas convenientes para a efetivação do papel interventor do Estado na ordem econômica.”

                                Pandemia, isolamento social e colapso global

                                “Covid 19: estamos perto do colapso?”

                                Por Renato Nunes Bittencourt
                                Fonte: Revista Espaço Acadêmico

                                12:00 – 27/08/2020

                                  “Considerando-se a situação atual mundial, marcada por importantes crises na saúde pública e, mais recentemente, a pandemia causada pela COVID-19, o presente artigo buscou reunir informações e achados de pesquisa a respeito do impacto de tais crises na saúde mental. O texto traz conceitos relacionados à problemática do novo coronavírus e analisa consequências de medidas adotadas para lidar com situações desse tipo, tais como distanciamento social, quarentena e isolamento, ao longo de três períodos distintos: pré-crise, intracrise e pós-crise.”

                                  COVID-19 e saúde mental: emergência do cuidado

                                  “Sua saúde mental merece ainda mais atenção”

                                  Por André Faro, Milena de Andrade Bahiano, Tatiana de Cassia, Nakano
                                  Catiele Reis, Brenda Fernanda Pereira da Silva, Laís Santos Vitti
                                  Fonte: Scielo

                                  12:16 – 20/08/2020

                                    Descubra o que aconteceria com a sua vizinhança caso o epicentro da epidemia de Covid‑19 no Brasil fosse sua casa.

                                    E se todos os mortos por covid-19 no Brasil fossem seus vizinhos?

                                    Até recentemente, 94.981 pessoas haviam morrido por Covid‑19 no Brasil.

                                    Por Agência Lupa e Google News Initiative
                                    18:10 – 05/08/2020

                                      Essa série de ensaios sobre covid-19 e redes sociais pretende analisar como as Narrativas nas redes sociais,

                                      em seus diferentes contextos da pandemia, vão configurar as disputas entre lideranças políticas, revelar os posicionamentos de corporações, abrigar os sentimentos de dor, alívio e perda, tornar-se objeto de revolta por parte de movimentos sociais e até moldar as políticas públicas no Brasil.

                                      Quando tudo parecia ser tão distante daqui:

                                       A incerteza de tudo
                                      na certeza de nada.

                                      (Carlos Drummond de Andrade, do poema “Balanço”)

                                      Por
                                      Fabio Malini

                                      18:00 – 05/08/2020

                                        “Como vamos comemorar o Dia Internacional dos Museus com os museus fechados?”

                                        Museus: Espaços sobre a vida e a morte

                                        A reinvenção dos museus em um período onde o distanciamento social, não pode ser um motivo para não acessar informação.

                                        Por Simone Flores Monteiro
                                        11:00 – 29/07/2020