O trabalho tem o objetivo de analisar como a violência recorrente na obra de Takeshi Kitano é um reflexo da ênfase que a cultura japonesa dá ao assunto. Elegendo como objeto o filme Hana-bi – Fogos de Artifício (1997), a pesquisa utiliza-se principalmente dos textos de Abe (2004) e Miranda (2006) sobre a filmografia de Kitano. Como metodologia, buscou-se criar categorias para identificar como diferentes formas de violência na obra do cineasta projetam traços da cultura japonesa.