O Museu Abriga o Mito: diferentes olhares sobre Cigana Terena
Período
06/02/2018 - 25/02/2018
Local
Museu do Doce (Praça Cel. Pedro Osório, 08)
Ficha Técnica
Andréa Cunha Messias, Cristiele S. de Souza, Erleci Sanches, Gabriela Cavalheiro Rodrighero, Lucia Helena Fialho Pereira da Silva
Resumo
Em meio a uma quadra repleta de restos mortais de figuras ilustres que denominam ruas de Pelotas, existe no Cemitério Ecumênico São Francisco de Paula um espaço de memória ressignificado por pessoas de várias idades, etnias, condição econômica e crenças. Um local resultante do sincretismo religioso e da democratização de saberes, vivências e olhares: o Túmulo da Cigana Terena. A devoção à Cigana Terena é algo tão intenso que transpõe fronteiras territoriais e reúne pessoas por meio da fé em contraponto ao preconceito. O mito da Cigana é vivo, pulsante, alimentado por ritos que rompem barreiras, unem tempos, espaços, materialidades e imaterialidades. Quem foi a Cigana Terena? Quais são as versões sobre sua vida e morte? Como se transformou em uma figura mitológica? Convidamos você a caminhar pelos porões da memória em meio a relatos e representações artísticas e a contribuir com o seu olhar sobre a Cigana Terena (texto dos alunos).