{"id":5712,"date":"2022-02-18T15:55:50","date_gmt":"2022-02-18T18:55:50","guid":{"rendered":"https:\/\/acervosvirtuais.ufpel.edu.br\/choropatrimonio\/?post_type=tnc_col_4_item&#038;p=5712"},"modified":"2023-04-25T20:13:56","modified_gmt":"2023-04-25T23:13:56","slug":"roda-fantasmas-do-maxixe","status":"publish","type":"tnc_col_4_item","link":"https:\/\/acervosvirtuais.ufpel.edu.br\/choropatrimonio\/rodas-e-locais-de-performance\/roda-fantasmas-do-maxixe\/","title":{"rendered":"Roda Fantasmas do Maxixe"},"content":{"rendered":"<p>A roda surgiu a partir do bloco de carnaval Fantasma do Maxixe, que se apresentou informalmente em 2015, no Graja\u00fa, pela primeira vez. Foi idealizado pelo Sr. Dudu (Edeltrudes Marques da Silva), pai de Valere Farias, estudante de clarinete, integrante do grupo, com a inten\u00e7\u00e3o de divulgar o choro com m\u00fasicas do carnaval antigo. O nome veio da m\u00fasica A Hist\u00f3ria do Bloco do Fantasma, de Henrique Martins. A hist\u00f3ria  encontra-se no jornal A Nova Democracia 2017 https:\/\/\/no-196\/7460-maxixe-na-praca). Sr. Dudu foi colecionador de discos de vinil e trabalhou em r\u00e1dios e gravadoras do Rio de Janeiro<\/p>\n<p>O bloco Fantasma do Maxixe n\u00e3o chegou a ser registrado. Tocava parado, no s\u00e1bado antes do carnaval, pela manh\u00e3, na Pra\u00e7a Edmundo Rego, no Graja\u00fa, e esteve ativo entre 2015 e  2018. Os integrantes eram estudantes da Escola Port\u00e1til de M\u00fasica e da Escola Villa-Lobos (ver as respectivas fichas a\u00e7\u00f5es de ensino). O entusiasmo foi tanto, que n\u00e3o aguentaram esperar o pr\u00f3ximo carnaval e passaram a se encontrar aos s\u00e1bados, ap\u00f3s a aula da Escola Port\u00e1til de M\u00fasica, na Pra\u00e7a Jos\u00e9 de Alencar, no Flamengo, \u00e0s 15 horas. Assim nasceu a Roda Fantasmas do Maxixe, no plural, uma roda aberta e ac\u00fastica, sem fins comerciais, que aconteceu de 2015 a 2017. <\/p>\n<p>O \u00fanico instrumento amplificado era o baixo el\u00e9trico. Os instrumentos eram sempre os mesmos, mas os componentes variavam, sendo os frequentes: flautas (T\u00e2nia Feliciano, L\u00facia Bulc\u00e3o, Regina Galv\u00e3o, Maur\u00edcio Guedes), clarinetes (Valere Farias, \u00c2ngela Cristina M. Liberalino, Edgar Santos, Cilano Sim\u00f5es) Sax (Juan D\u00edaz, Marcus Sampaio) viol\u00f5es (N\u00fabio Quaresma, Solange Maciel, Constantino Almeida) cavaquinhos (Maristela Rosas, Guilherme Lapa Coutinho), baixo (Cl\u00e1udio Farias),  pandeiros (Cec\u00edlia Castro, Alzira Madeira, Jussi\u00ea Caverna, Evelyn Agr\u00edcola Calixto de Azevedo), caixa (Henrique Martins). <\/p>\n<p>O p\u00fablico foi ficando cativo. Os idosos passaram a frequentar a pra\u00e7a e a aguardar a roda. Sempre assistiam as apresenta\u00e7\u00f5es das janelas dos pr\u00e9dios vizinhos \u00e0 pra\u00e7a. <\/p>\n<p>Alguns dos integrantes e amigos se dedicaram \u00e0 pesquisa do repert\u00f3rio, que acontecia em ensaios durante a semana. <\/p>\n<p>Alzira Madeira, uma das  integrantes, comp\u00f4s uma m\u00fasica dedicada ao grupo, intitulada Tem maxixe na pra\u00e7a. O repert\u00f3rio tocado inclu\u00eda as seguintes m\u00fasicas: Fandagua\u00e7u (Salvador F\u00e1bregas), Dorinha, meu amor (Jos\u00e9 Francisco de Freitas), N\u00e3o quero saber mais dela, Jura e Gosto que me enrosco (Sinh\u00f4), Rio n\u00e3o \u00e9 mais crian\u00e7a (Nelson Cavaquinho), Cristo nasceu na Bahia (Sebasti\u00e3o Cyrino), Rio antigo e Maxixe das Flores (Altamiro Carrilho), O corta jaca (Chiquinha Gonzaga), Odeon e Brejeiro (Ernesto Nazareth), Olaria (Mauricio Carrilho), Os Boh\u00eamios (Anacleto de Medeiros), Pelo telefone (Donga e Mauro de Almeida), O bom filho \u00e0 casa torna (Bonfiglio de Oliveira), entre outros. No carnaval acrescentavam-se as m\u00fasicas P\u00e9 de Anjo (Sinh\u00f4), Marcha do grande galo (Lamartine Babo e Paulo Barbosa), Pastorinhas (Noel Rosa e Braguinha), Abre alas (Chiquinha Gonzaga), Mal me quer (Newton Teixeira e Cristov\u00e3o de Alencar), Formosa (N\u00e1ssara e J. Rui), O trovador (Evaldo Gouveia e Jair Amorim).<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","format":"standard","class_list":["post-5712","tnc_col_4_item","type-tnc_col_4_item","status-publish","format-standard","hentry","tnc_tax_606-sudeste-2","tnc_tax_44-rio-de-janeiro"],"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acervosvirtuais.ufpel.edu.br\/choropatrimonio\/wp-json\/wp\/v2\/tnc_col_4_item\/5712","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acervosvirtuais.ufpel.edu.br\/choropatrimonio\/wp-json\/wp\/v2\/tnc_col_4_item"}],"about":[{"href":"https:\/\/acervosvirtuais.ufpel.edu.br\/choropatrimonio\/wp-json\/wp\/v2\/types\/tnc_col_4_item"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acervosvirtuais.ufpel.edu.br\/choropatrimonio\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5712"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/acervosvirtuais.ufpel.edu.br\/choropatrimonio\/wp-json\/wp\/v2\/tnc_col_4_item\/5712\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":37867,"href":"https:\/\/acervosvirtuais.ufpel.edu.br\/choropatrimonio\/wp-json\/wp\/v2\/tnc_col_4_item\/5712\/revisions\/37867"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acervosvirtuais.ufpel.edu.br\/choropatrimonio\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5712"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}